In addition to wine

Evolução dos computadores

A mistura de componentes electrónicos com tecidos orgânicos é já uma realidade.

A história da evolução dos computadores é das mais apaixonantes: em pouco menos de meio século, passámos de gigantescas máquinas de toneladas, que ocupavam centenas de metros quadrados, para pequenas maravilhas que quase cabem num bolso e nos resolvem problemas fundamentais.
O primeiro computador completamente electrónico no seu funcionamento foi concluído em 1946, na Universidade da Pensilvânia: era um monstro de 30 toneladas e 18 mil válvulas electrónicas, que necessitava de um edifício próprio. Trinta anos depois, em finais da década 70, a utilização de circuitos integrados em muito larga escala leva-nos à "quarta geração", onde os computadores podem apresentar uma velocidade equivalente a várias centenas de milhões de operações por segundo, tendo-nos transportado à revolução informática e das comunicações a que assistimos.
E o que virá ?
Entre muitas outras, uma nova revolução está para surgir no domínio dos computadores. Trata-se do previsível aparecimento de computadores orgânicos. Na verdade, os computadores orgânicos fazem sentido. A crescente miniaturização dos componentes electrónicos
de um microprocessador tem seguido um ritmo tão acelerado que basta um passo mais para se estar no reino das dimensões orgânicas: aquelas que fazem parte dos nossos tecidos vivos. Como disse o dr. Forrest Carterm, responsável de uma equipa de investigação em computadores orgânicos do Laboratório de Pesquisas Navais dos Estados Unidos, "os circuitos de computadores estão cada vez menores, que pouco falta para eles se aproximarem do tamanho das moléculas. Neste caso, não faria mais sentido senão o de usar as próprias moléculas orgânicas".
E nada mais certo do que combinar os componentes electrónicos com as moléculas da matéria viva. É o que foi apresentado, na semana passada, quando cientistas da IBM criaram um transístor feito de uma combinação de materiais semicondutores orgânicos e inorgânicos, segundo um artigo publicado na revista "Science". Os cientistas afirmam que o transístor híbrido "se monta a si próprio", cristalizando-se a partir de uma solução líquida a baixa temperatura. O "chip" completo é uma sanduíchecom camadas alternadas de material orgânico e inorgânico.
Os semicondutores feitos de silício têm de ser fabricados a temperaturas elevadas e alguns produtos exigem ainda uma câmara de vácuo, mas os transístores híbridos podem ser fabricados muito mais facilmente. Estes novos materiais poderão, no futuro, ser usados em computadores portáteis, telefones móveis e outros produtos.
Já imaginaram quando estes componentes forem utilizados nos computadores do futuro ?
josefmonteiro@hotmail.com/direitos reservados - JN Edição de 6 de Março de 2004.

José Fernando Monteiro, JN


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