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Vinho de cor granada, concentrado. Aroma confitado a lembrar fruta preta muito madura, alguma especiaria, com toque balsâmico da casta. Na boca é muito cheio, aveludado com taninos presentes bem integrados. Final longo e persistente. Foi considerado, em prova cega, o melhor Tinto dos mais de três mil vinhos concorrentes de 36 países. Os enólogos do Vinailes Internacionales 2008, concurso que tem lugar em Paris, França, seleccionaram o Syrah 2005 da Casa Ermelinda Freitas o melhor vinho tinto do presente ano. O néctar português, de Palmela, foi o grande vencedor! Medalha de Ouro.
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Frutos maduros, vermelhos e com sugestões de compotas e amoras. Acompanha carnes grelhadas, a gastronomia da cidade de TOMAR e a cozinha tradicional lusitana. Queijos de Seia, Serpa e Azeitão. Enólogo Leonel Cruz "O nariz aposta numa suave sensação a fruta ajuizada. A madeira adiciona couro e especiarias à complexidade aromática. Boca fresca, estruturada, com apetecíveis sabores a fruto vermelho que se prolongam no final de boca." inNovaCrítica-Vinho 08/06. Prémios International Wine & Spirit Competition ( Reino Unido) Bronze Wine Masters Challenge ( Portugal) : Bronze International Wine Challenge (Reino Unido): Bronze - Alpiarça (Portugal) Ouro/Gold - ACIC (Portugal) Prata/Silver.
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Quantidades limitadas, pequena colheita, num ano de inverno muito frio e verão extremamente quente. 30 anos depois. Gold Medal - Sélections Mondiales des Vins- Quebec 2007 Canada. Medalha de Ouro, Winemasters Challenge 2007, Portugal. Engarrafado em 1988 AVV.
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Apresenta uma coloração topázio escura, um aroma intenso, rico e complexo, com notas florais de laranjeira e rosa, passas, frutos secos e mel. Na boca sabores idênticos aos aromas sobre uma doçura bem equilibrada por uma boa acidez e adstringência - um conjunto com corpo, suavidade e boa persistência. Autêntica jóia dos vinhos de Setúbal, Terra Mãe de Vinhos!, com a produção limitada. Para apreciadores de coisas únicas. - "Provado em 2001. Aroma rico, fino e elegante, macio na boca, fresco, é um vinho bem conseguido e que vale a pena provar". 6 (/8), Vinhos de Portugal 2002, João Paulo Martins. - UMA garrafa por cliente! Esgotado na Origem. Medalha de Bronze - Muscats du Monde, Frontignan-La-Peyrade, France
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De cor citrina, aspecto límpido e aroma predominantemente frutado com um ligeiro floral. No sabor nota-se corpo, harmonia, persistência, macieza, encorporado e seco. Uma boa novidade! Um bom Alvarinho! Premiado Verde Bronze, Concurso em 2005 - CVRVV Prova de Pequenos Volumes do Vinho Verde Engarrafados, Vinho Regional Minho Engarrafado e Aguardente Engarrafada, Verde Ouro, Concurso do Vinho Verde - 2006. Verde Honra 2007, pela CVRVV. Enólogo, Fernando Moura, engº. Acompanha, a brôa, mel e presunto de Melgaço e toda ancestral gastronomia minhota. NOVA colheita 2007.
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Estagiou 24 anos em tonel de madeira de castanho, engarrafado em 1984. De cor alourado dourado, aroma muito complexo, especiarias finas da família das baunilhas, dos cascos onde envelheceu. No sabor, tem uma entrada muito macia e muito sedoso na boca com contacto muito subtil, mas espesso. Rico em aromas de envelhecimento complexos na boca, intensos e muito finos. Enólodo Luís Sampaio, Engº. Medalha de Prata, III Concurso Mundial de Vinhos "Wine Masters Challenge" 2001 - Estoril. Venda Limitada.
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Depois de uma apurada selecção de uvas, a Fundação, elegeu esta Reserva de grande nobreza. De aspecto límpido, cor ruby escura, aroma limpo, complexo, com notas quentes de fruta madura bem combinadas com a madeira. Rico, encorporado e com uma boa estrutura de taninos suaves. As vinhas da Fundação Abreu Callado estão todas plantadas junto a Benavila, e remontam a meados dos anos 50, havendo ainda algumas dessas cepas pioneiras em produção. Ideal com pratos de caça ou com carnes vermelhas. 3º Prémio, Prova Cega, Tintos de Norte a Sul -CAV / Nov.2006. Esgotado na origem.
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Mais Detalhes
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Capacidade: 0,75l
Temporariamente indisponível para venda |
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Adega Velha |
Região: Vinho Verde (DOC) Tipo: Aguardente Velha |
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A destilação é efectuada em alambiques do tipo Charentais, da região de Cognac. O estágio em madeira dá-lhe o aroma e travo a madeira nobre, tão agradável no saborear pausado e lento de um boa aguardente. A sua origem em uvas aromáticas e frescas com baixo grau alcoólico confere-lhe a suavidade, o aveludado e o complexo de aromas tão apreciados. Classificada em primeiro lugar, pela Revista de Vinhos, em prova cega, a ADEGA VELHA, da Quinta da Aveleda, provou mais uma vez a genuinidade e qualidade que sempre a caracterizaram. Medalha de Prata, Brussels Spirits Award.
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De cor âmbar e aspecto límpido, apresenta um bouquet complexo e harmonioso, lembrando o aroma de bagas e flores silvestres, envolvido por uma sensação delicada de aroma e travo de madeira nobre. Ideal como digestivo. Inclui caixa de madeira e 3 copos de cristal. Uma raridade histórica e única. Sujeito a consulta de stock. P375
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Cor vermelha com nuances acastanhadas. Grande vinho. JNSP Medalha de Prata "Cidade do Porto" 2000. Esgotado na Origem. UMA (1) garrafa por cliente. Por encomenda, sujeita a demora. P15
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Mais Detalhes
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Capacidade: 0,75l
Temporariamente indisponível para venda |
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O tempo passa... É bom que alguma coisa fique! De cor topázio, com aroma no qual é bem evidente a presença de frutos secos, resultante do processo de envelhecimento. Recomendada como digestivo. Enólogo Fernando Moura, Engº.
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Medalha de Ouro 2001, in Concurso de Aguardente Engarrafada, CVRVV. Envelhecida e guardada religiosamente em cascos de carvalho francês, durante longos anos. Destilação tradicional, recomendada e certificada pela região demarcada dos Vinhos Verdes. Qualidade excelente, observada pela Santa Luzia........
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Apresenta-se de corpo denso e rico de bons taninos. Cor rubi e límpida, com fim de boca duradouro e com sugestões de especiarias. Acompanha assados ou grelhados de porco, guisados de vaca e bons queijos.
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Religiosamente trabalhado pela mão experiente dos agricultores. Sabiamente apoiado pela Adega de Monção. A Catedral do Alvarinho. Cor citrina, aroma intenso, delicado e floral. Na boca , nota-se um paladar resultante do equilíbrio entre o alcool e acidez. Acompanha, marisco, peixe e aperitivos. Medalha de Ouro nos Concursos da CVRVV, 1995,1997,1998,1999 e 2000.
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Apresenta cor rubi intensa, aroma a frutos vermelhos com notas de baunilha, sabor encorporado e aveludado.Medalha de Bronze IWC 2003.
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