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Apresenta uma coloração topázio escura, um aroma intenso, rico e complexo, com notas florais de laranjeira e rosa, passas, frutos secos e mel. Na boca sabores idênticos aos aromas sobre uma doçura bem equilibrada por uma boa acidez e adstringência - um conjunto com corpo, suavidade e boa persistência. Autêntica jóia dos vinhos de Setúbal, Terra Mãe de Vinhos!, com a produção limitada. Para apreciadores de coisas únicas. - "Provado em 2001. Aroma rico, fino e elegante, macio na boca, fresco, é um vinho bem conseguido e que vale a pena provar". 6 (/8), Vinhos de Portugal 2002, João Paulo Martins. - UMA garrafa por cliente! Esgotado na Origem. Medalha de Bronze - Muscats du Monde, Frontignan-La-Peyrade, France
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Estagiou 24 anos em tonel de madeira de castanho, engarrafado em 1984. De cor alourado dourado, aroma muito complexo, especiarias finas da família das baunilhas, dos cascos onde envelheceu. No sabor, tem uma entrada muito macia e muito sedoso na boca com contacto muito subtil, mas espesso. Rico em aromas de envelhecimento complexos na boca, intensos e muito finos. Enólodo Luís Sampaio, Engº. Medalha de Prata, III Concurso Mundial de Vinhos "Wine Masters Challenge" 2001 - Estoril. Venda Limitada.
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Depois de uma apurada selecção de uvas, a Fundação, elegeu esta Reserva de grande nobreza. De aspecto límpido, cor ruby escura, aroma limpo, complexo, com notas quentes de fruta madura bem combinadas com a madeira. Rico, encorporado e com uma boa estrutura de taninos suaves. As vinhas da Fundação Abreu Callado estão todas plantadas junto a Benavila, e remontam a meados dos anos 50, havendo ainda algumas dessas cepas pioneiras em produção. Ideal com pratos de caça ou com carnes vermelhas. 3º Prémio, Prova Cega, Tintos de Norte a Sul -CAV / Nov.2006. Esgotado na origem.
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Capacidade: 0,75l
Temporariamente indisponível para venda |
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Adega Velha |
Região: Vinho Verde (DOC) Tipo: Aguardente Velha |
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A destilação é efectuada em alambiques do tipo Charentais, da região de Cognac. O estágio em madeira dá-lhe o aroma e travo a madeira nobre, tão agradável no saborear pausado e lento de um boa aguardente. A sua origem em uvas aromáticas e frescas com baixo grau alcoólico confere-lhe a suavidade, o aveludado e o complexo de aromas tão apreciados. Classificada em primeiro lugar, pela Revista de Vinhos, em prova cega, a ADEGA VELHA, da Quinta da Aveleda, provou mais uma vez a genuinidade e qualidade que sempre a caracterizaram. Medalha de Prata, Brussels Spirits Award.
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De cor âmbar e aspecto límpido, apresenta um bouquet complexo e harmonioso, lembrando o aroma de bagas e flores silvestres, envolvido por uma sensação delicada de aroma e travo de madeira nobre. Ideal como digestivo. Inclui caixa de madeira e 3 copos de cristal. Uma raridade histórica e única. Sujeito a consulta de stock. P375
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Cor vermelha com nuances acastanhadas. Grande vinho. JNSP Medalha de Prata "Cidade do Porto" 2000. Esgotado na Origem. UMA (1) garrafa por cliente. Por encomenda, sujeita a demora. P15
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Capacidade: 0,75l
Temporariamente indisponível para venda |
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O tempo passa... É bom que alguma coisa fique! De cor topázio, com aroma no qual é bem evidente a presença de frutos secos, resultante do processo de envelhecimento. Recomendada como digestivo. Enólogo Fernando Moura, Engº.
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Medalha de Ouro 2001, in Concurso de Aguardente Engarrafada, CVRVV. Envelhecida e guardada religiosamente em cascos de carvalho francês, durante longos anos. Destilação tradicional, recomendada e certificada pela região demarcada dos Vinhos Verdes. Qualidade excelente, observada pela Santa Luzia........
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Apresenta-se de corpo denso e rico de bons taninos. Cor rubi e límpida, com fim de boca duradouro e com sugestões de especiarias. Acompanha assados ou grelhados de porco, guisados de vaca e bons queijos.
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Religiosamente trabalhado pela mão experiente dos agricultores. Sabiamente apoiado pela Adega de Monção. A Catedral do Alvarinho. Cor citrina, aroma intenso, delicado e floral. Na boca , nota-se um paladar resultante do equilíbrio entre o alcool e acidez. Acompanha, marisco, peixe e aperitivos. Medalha de Ouro nos Concursos da CVRVV, 1995,1997,1998,1999 e 2000.
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Apresenta cor rubi intensa, aroma a frutos vermelhos com notas de baunilha, sabor encorporado e aveludado.Medalha de Bronze IWC 2003.
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Neste vinho vive a Alma de um Homem. Produzido a partir da casta Castelão, e após vinificação cuidada e estágio em pipas de carvalho francês de grande qualidade, nasce este vinho de cor rubi intensa, aroma a frutos vermelhos bem maduros, baunilha, taninos suaves e boa acidez que lhe confere grande longevidade. Medalha de Ouro CVRPS 2006
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Grande Comenda do II Concurso Nacional de Vinhos, "Clube do Vinho". Vinho encorporado, de sabores quentes, taninos doces, ligeiro vegetal formando um conjunto com garra muito saboroso e persistente. Desfrute-o. Fora do mercado. Esgotado na origem. Por encomenda, sujeito a demora.P 35
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Capacidade: 0,75l
Temporariamente indisponível para venda |
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1º Prémio, l l Concurso "Vinhos Engarrafados do Alentejo" pela Confraria dos Enófilos do Alentejo, Évora 26-06-2002. Na Revista de Vinhos de Julho 2002 no Painel de Prova, recebeu a Máxima Pontuação. Na boca revela-se um vinho estruturado e equilibrado, predominando as suas características de juventude. Apesar da sua macieza, posui uma adstringência agradável proveniente de taninos redondos das variedades que o constituem. DUAS garrafas por cliente. Fora do mercado.
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Auru |
Região: Porto e Douro (DOC) Tipo: Tinto - Colheita |
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Feito da nobreza das castas Nacionais plantadas nas nossas vinhas expostas a sul no vale do rio Pinhão, estagiou durante 14 belos meses em cascos novos de carvalho de Francês.Retinto, denso, opaco e impenetrável, evidencia no nariz notas brilhantes de cássis maduro. Os taninos surgem possantes na boca e o final revela uma persistência e intensidade absolutamente notáveis. Um vinho soberbo. Medalha de Ouro. IWChallenge 2004, para a colheita 2001. Concours Mondial de Bruxelles Great Gold 2007 para 2003.
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