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O respeito pela genuinidade, combina os métodos tradicionais de vinificação e envelhecimento com os progressos da técnica. GRAÇA MORAIS, na criação da pintura do seu rótulo, deixa a expressão inconfundível de uma arte reconhecida. (O vinho do Porto é um produto natural que pode criar depósito)

Região: Porto e Douro (DOC) Tipo de vinho: Porto - LBV - Late Bottled Vintage 1999 Castas: Touriga Nacional, Francesa e Tinta Roriz. Teor alcoólico: 19,5 % PH: 3,64 Acidez total: 4,09 g/l Cor: Tinto Produtor: Camilo Augusto Carneiro Carvalho Nº garrafas: 3000 Depositário Autorizado: NIEC 181 352 4091 Entreposto Fiscal de Produção Nº 39 949 883 TERRA QUENTE - Douro Superior Enólogo: Paulo Aguiar Preço: 1 garrafa 16,5 € iva inc. Preço: Caixa de 6 garrafas 90 Euros iva inc Disponível para exportação.UE./EU. Comercialização & Distribuição Tradicional: Monte do Faro--Produtos de Consumo, Ltd.
MERCHANDISING: O copo de Siza Vieira, caixa de madeira, saca-rolhas, video "A Idade de Todos os Tempos" CD Sons da Terra Quente de Pedro Caldeira Cabral. Caixa de 6 garrafas 90 Euros.
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Caúnho: O seu significado: Porção de terra entre fragas, onde se trabalha a punho. Onde não chega o arado, -- chega a mão!
Porto Caúnho: CAÚNHO reúne a generosidade das terras de que é nome, a nobreza das castas seleccionadas e o cunho pessoal do produtor Camilo Augusto Carneiro de Carvalho. Douro Superior
Porto Caúnho: CAÚNHO fait la réunion de la générosité des terrains dont il est nom, la noblesse des castes sélectionnées et l`empreinte personnelle du producteur Camilo Augusto Carneiro Carvalho. Douro Superior
Porto Caúnho: CAÚNHO embodies the generosity of the lands with the same name, the lineage of the selected breed and the personal touch of the producer Camilo Augusto Carneiro de Carvalho. Douro Superior
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GRAÇA MORAIS: Retrato de Mulher
Nasceu em Vieiro, freguesia de Freixiel, concelho de Vila Flor, em 17.3.1948. Diplomou-se em Pintura pela Escola Superior de Belas Artes do Porto e fez a sua primeira exposição em 1971 (colectiva) e em 1974 a primeira individual. Ajudou a fundar o Grupo Puzzle. Em 1975 era tida como pintora neo-figurativa, situando a sua temática entre as memórias da aldeia onde nasceu, as pessoas e os artistas plásticos. A sua pintura sofreu a influência de várias correntes de pensamento, nomeadamente por Chagall e Francis Bacon. Foi a partir de 1976 que esteve em Paris e de lá trouxe a fineza artística que desde aí não mais largou, fazendo dela um percurso invejável. É inegavelmente uma estrela de primeira grandeza no firmamento nacional. Radicou-se em Lisboa, depois de ter começado a sua vida profissional por Guimarães, como professora do Ensino Secundário. Rente à terra, os corpos. Curvados, agachados, agarrados ao chão. Nele se fundem, inteiros. O seu peso toma-se linha de horizonte. Os rostos também são de terra. Lavrados em espessos sulcos à feição do tempo. São rostos de mulheres, afilados e macios pássaros que, insistentemente, nos olham, do sacrário da sua pintura. E, entre eles, ou em todos eles, acharemos os traços do auto-retrato da pintora. É que Graça Morais, 48 anos, expõe-se nas linhas que desenha. O gesto é-lhe sereno e o modo simples. Uma certa timidez acaba por tolher-lhe as palavras. Esconde as mãos, talvez para evitar o nervosismo que lhe dá cabo das unhas. E porque é no silêncio mais imperturbável que se pode escutar o que nela se convulsiona. Sem dúvida, uma pulsão de terra. Foi em Paris, onde esteve como bolseira da Fundação Gulbenkian, entre 1976 e 1978, que sentiu a necessidade de retratar figuras de mulheres. As que povoaram a sua infância transmontana - «Se calhar, foi para matar saudades», afirma Graça, «mas acho que foi depois de ter visto ‘A Árvore dos Tamancos’, que me deu urna enorme vontade de voltar ao mundo rural.» Assim fez. Em 1981, voltaria, com a filha Joana - actualmente a estudar cinema em Londres - à aldeia natal. Lá ficou dois anos. O que procurava nesse regresso? Não o consegue explicar. «Precisava» - afirma simplesmente. «Não conseguia estar noutro sítio. De vez em quando, precisamos de ter um encontro forte connosco. E esse encontro tem de ser feito em lugares muito autênticos, onde estamos entregues a nós próprios e podemos ir ao fundo das questões. Porque não podemos enganarmo-nos.» Desse encontro «forte» consigo, com as suas raízes e com o mundo, renasceu a sua pintura. Foi o regresso ao «ventre». Da terra. «É uma sorte ter-se uma terra. E eu tenho-a» - diz ela.
(In www.bragancanet.pt) Caixa de 6 garrafas 90 Euros
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